segunda-feira, 30 de abril de 2012

D25-5_ED01 - Mito


Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=4XJMoBq7fNQ





O mito manifesta as verdades do ser. Em suas emanações a Terra faz brotar o vivente na profusão dos seres, assim como os faz retornar ao âmbito de ocultação do não-ser. Falar de mito é embrenhar-se em diversos campos do conhecimento e inúmeras formas de interpretação. O termo já encerra em si grandes contradições: ora como mentira, ora como a verdade íntima escondida atrás de um véu, o mito para muitos nega a razão e a realidade, ainda que quase sempre não haja um questionamento profundo sobre esses dois conceitos.
Mito: Eros e Psiquê
Num belo dia de outono na Grécia, as pessoas deixaram de prestar culto regular a deusa da divina beleza Afrodite. Abandonaram seu santuário para admirar a extraordinária formosura de uma simples mortal: Psiquê (alma).
Menosprezada pelos homens, que preferiam homenagear uma beldade humana, Afrodite teve um acesso de raiva. E para vingar-se, pede a seu filho Eros (amor) que use suas flechas encantadas e faça Psiquê apaixonar-se pela criatura mais desprezível do mundo.Eros parte para cumprir sua missão. Mas a beleza de Psiquê era tão grande, que ao vê-la, Eros distrai-se e fere-se com uma de suas próprias flechas. Vítima do encantamento em que enredava deuses e mortais, o deus feriu-se de amor.
Apaixonado, nada disse à sua mãe; apenas limita-se a convencê-la de que finalmente estava livre da rival. Ao mesmo tempo que oculta seu sentimento, torna Psiquê inatingível aos mortais terrenos. Embora todos os homens a admirem, nenhum por ela se apaixona, e apesar de infinitamente menos belas, suas irmãs logo se casam com reis. Psiquê, amada por Eros sem que o saiba, a ninguém ama. E porque é uma beleza humana cobiçada por um deus, permanece só.
Invadida pela dúvida e temor, Psiquê acabou aceitando o conselho maldosamente planejado pelas irmãs: deveria preparar uma lâmpada e uma faca afiada: com a primeira, explicaram as moças, poderia ver o rosto do esposo; com a segunda, matá-lo se fosse o monstro. Abandonada e em desespero, Psiquê põe-se a percorrer o mundo em busca do amor perdido e de templo em templo pede ajuda dos deuses. Sem conseguir auxílio, Psiquê vai à presença da própria Afrodite, na esperança de encontrar com ela seu amado Eros. Mas junto à deusa, encontrou apenas zombaria, e a imposição de uma série de provas humilhantes.
Terminadas as provações de Psiquê, que recuperara o amor. Para que nada mais acontecesse à amada, Eros dirigiu-se ao Olimpo para pedir a Zeus que o unisse em casamento à bela jovem. Mas para atendê-lo era necessário que a princesa recebesse o dom da imortalidade. Hermes foi buscar Psiquê e levou-a à presença dos deuses. O próprio Zeus deu-lhe de beber a ambrosia, que lhe conferiu a imortalidade. Depois declarou-a oficialmente esposa de Eros. Impotente tornara-se o ciúme de Afrodite. Psiquê agora era imortal e estava unida para sempre a Eros. Nada mais podia separá-los. Dessa união nasceu Volúpia.

D25-5_AVA01 - Diferença entre Filosofia e Filosofia de Vida

            Filosofia são estruturas de interpretação da realidade que nos possibilitam pensar, atuar e sentir os acontecimentos de nossa vida. A filosofia indica um estado de espírito pessoa que ama e deseja o conhecimento, o estima e o respeita, pode ser considerada como uma espécie de saber geral,
             Filosofia de Vida é a visão que cada um tem do mundo refere-se ao modo de viver em sociedade, no que diz respeito à postura e atitudes sociais, nas escolhas, no respeito ao ser humano e a valorização do mesmo dentro de um contexto social. Você que determina o que fazer da sua vida. São estruturas de interpretação da realidade que nos possibilitam pensar, atuar e sentir os acontecimentos de nossa vida.

D25-5_AVA02 - Conceito de Ontologia


          O Conceito de Ontologia originou-se na Grécia Antiga com os estudos de Platão e Aristóteles, termo originário da filosofia grega ontos e logoi (Conhecimento do Ser). A ontologia estuda o ser, a existência dos entes, a realidade e as questões metafísicas, a constituição do ser humano, sua essência, com o objetivo de remodelá-lo, aperfeiçoá-lo.
         A Ontologia em vez de interferir nos aspectos externos com o objetivo de fazer da técnica uma extensão do homem a ciência pós-moderna interfere diretamente nas suas características internas.