A
Filosofia Moderna surgiu em contraposição a Filosofia Medieval. Era humanista e
antropocêntrica, isto é, em vez de pensar Deus, ou do ponto de vista de Deus,
pensa-se o homem, ou do ponto de vista do homem. Filosofia moderna é toda a filosofia que se desenvolveu durante os
séculos XV, XVI, XVII, XVIII, XIX; começando pelo Renascimento e se
estendento até meados do século XX.
A filosofia moderna coloca a
razão, sujeito a exigências da fé na idade média, em liberdade e por fim à
dependência do ser humano possibilitando seu esclarecimento, colocando o
conhecimento ao seu alcance. Ela não
restringia o conhecimento a uma elite social, religiosa ou intelectual, o
colocaram ao alcance de todos que desejavam sair da minoridade, da dependência
do tutelar de outros. A sociedade moderna seria o resultado do esclarecimento
de todos.
Sob um ponto de vista
filosófico ela aparece como representante da liberdade individual e da
consciência como lugar da incerteza, contestando a autoridade institucional e o
saber tradicional, posições que serão fundamentais no desenvolvimento do
pensamento moderno, idéias essas que se encontram expressa no seu mais importante
representante, Descates.
Um
período que se caracteriza como uma fase de rompimentos. O primeiro sinal deste
rompimento dá-se no aspecto religioso, com a Reforma de Lutero, quando este
considera que a salvação humana pode ser uma possibilidade sem a intermediação
da Igreja.
Das
características gerais do campo de pensamento e de discursos da Filosofia
Moderna, podemos destacar os seguintes: o significado da nova ciência da Natureza,
os conceitos de causalidade e de substância, a idéia de método ou de mathesis universalis, e a idéia de razão, explícita ou
implicitamente elaborada por tais pensadores.
Referências:
Podemos destacar uma das características da Filosofia Moderna o Individualismo que quer dizer, a tendência a descuidar da tradição para acentuar o caráter pessoal do próprio pensamento. Os novos filósofos não crêem que valha a pena obter conhecimentos profundos acerca de uma doutrina que todos consideram superada. Daqui a tendência a construir cada um uma síntese total desde os fundamentos, e daqui também a multiplicidade de sistemas, aliás, contraditórios entre si. A atitude de Descartes, como a de Bacon e a de Kant, é a de começar desde o princípio, refazer o todo, ser iniciadores.
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